Aliviar cólicas com escalda-pés

Antigamente, as terapias não medicamentosas eram as únicas alternativas viáveis para tratar dores como a cólica. Passando por gerações, o escalda-pés foi e continua sendo uma terapia muito lembrada no combate aos diversos sintomas do período menstrual.

Para quem não conhece, o escalda-pés é uma prática milenar que consiste na imersão dos pés em água quente, a fim de alcançar o relaxamento e o alívio de dores, inclusive da cólica menstrual¹. Além de seus benefícios incríveis, o escalda-pés é superdemocrático: qualquer pessoa pode fazer em casa – basta um recipiente com água quentinha e alguns ingredientes bastante simples.

O escalda-pés estimula a circulação, relaxando o corpo e aliviando a cólica. A prática também ajuda a combater o inchaço – muito comum no período menstrual – e tem ótimos resultados sobre o estresse1.

Como preparar escalda-pés em casa

Fazer um escalda-pés em casa é muito simples! Em uma bacia, coloque água morna a 37 ºC. Cuide da temperatura para não queimar a pele. Depois, adicione algum chá que você tenha em casa – pode ser de camomila, erva-doce, hortelã –, todos esses que possuem propriedades calmantes são ótimos. E se você quiser incrementar seu escalda-pés com óleo essencial e sais aromáticos, fica melhor ainda!

Uma dica importante para potencializar o resultado: no recipiente, coloque bolas de gude ou pedrinhas arredondadas para que você possa massagear os pés durante a imersão.

E uma ótima maneira de se distrair e esquecer um pouco os sintomas da TPM é com o app Sai Cólica, que traz jogos divertidos para passar o tempo e ainda tem um calendário do ciclo menstrual. Ele está disponível gratuitamente para Android e iOS.

Para quem não conhece, o escalda-pés é uma prática milenar que consiste na imersão dos pés em água quente, a fim de alcançar o relaxamento e o alívio de dores, inclusive da cólica menstrual¹.

Referência:

1) Bazzan CM, Thives F, Gallas J, et al. Proposta de spa social para os municípios[Monografia]. Balneário Camboriú: Universidade do Vale do Itajaí; 2008.